domingo, 31 de julho de 2011

Postagem 3/7

Novas técnicas dão cor a animal extinto  
Os membros mais espetaculares da fauna extintas do planeta andam passando por uma bateria de cirurgias plásticas digna de socialites em crise de meia-idade.
Técnicas cada vez mais precisas de análise de fósseis são responsáveis pelas mudanças radicais de visual.
Pela primeira vez desde que a paleontologia nasceu, há cerca de 200 anos, os cientistas estão deixando de se contentar com meros chutes bem informados na hora de dizer que cor um dinossauro tinha, por exemplo.
As possibilidades se estendem a criaturas que sumiram há menos tempo da face da Terra, como os mamutes-lanosos e nossos primos hominídeos, os neandertais.

ROMPENDO LIMITES
Uma pesquisa publicada na versão eletrônica da revista americana "Science" documenta outro grande avanço nessas técnicas.
A equipe liderada por Roy Wogelius, da Universidade de Manchester, no Reino Unido, obteve pistas sobre a cor de uma ave de 120 milhões de anos com base na composição química do fóssil.
O truque toma partido do fato de que a melanina, uma das principais 'tintas' bioquímicas do reino animal, aparece associada a traços de determinados metais, como o cobre e o zinco.
De olho nessa possibilidade, Wogelius e companhia examinaram os espetaculares fósseis do modesto Confuciusornis sanctus, que tinha tamanho equivalente ao de um corvo moderno.
O fóssil chinês (não é por acaso que ele leva o nome do maior filósofo da China) possui penas excepcionalmente bem preservadas. Esse, aliás, é o destino de outros dinossauros e aves primitivas encontrados no país asiático. RAIO-X A equipe de Manchester submeteu o bicho a um tipo especial de raio-X, que opera num aparelho de luz síncrotron (um tipo de acelerador de partículas).
O exame permitiu visualizar com precisão as áreas onde havia concentração de metais e que, em vida, provavelmente concentravam pigmento escuro. A reconstrução feita pelos cientistas indica uma gradação delicada de claro e escuro, com o peito mais preto e as pontas das asas esbranquiçadas.
Análises semelhantes podem, em tese, ser aplicadas a outros fósseis com tecido mole preservado. Mas dá para ser ainda mais específico, fazendo desenhos detalhados da distribuição de cores do bicho, caso o paleontólogo tenha a sorte de achar um fóssil com estrutura microscópica preservada.
A chave, nesses casos, são os melanossomos, estruturas especializadas das células cuja função é carregar melanina, como o nome sugere.
TONS DE RUIVO
Há dois tipos básicos de melanossomo, um associado a tons que vão do preto ao cinza, outro a tons do castanho até o "ruivo".
Uma série de pesquisas publicadas no ano passado trouxe a público as primeiras reconstruções da plumagem de dinossauros com base na distribuição de melanossomos.
A mais famosa é a do Anchiornis, do tamanho de um frangote e, se os paleontólogos estiverem corretos, com a aparência de um pica-pau de desenho animado, mesclando preto, branco e vermelho em seu modelito.
Finalmente, no caso de espécies mais próximas de nós, a extração de DNA dos fósseis é a grande responsável por retratos mais acurados. Uma variante do gene MC1R, identificada a partir de ossos de neandertais da Espanha, indicou a presença de ruivos na população dos hominídeos.
Essas estimativas não são apenas divertidas. Também ajudam a testar hipóteses sobre o comportamento das criaturas extintas.
O padrão de coloração pode indicar se penas ou pelos eram usados como adornos para intimidar adversários ou para conquistar parceiras, a exemplo do que ocorre entre os animais de hoje.

Isso vai contribuir muito na pesquisa de animais que a humanidade nao conheceu e tambem ajudara no nosso proprio estudo de nossa evoluçao em minha opiniao varios elos perdidos da raça humana serao intentificados

Postagem 27/7

XI Congresso Brasileiro do Ministério Público do Meio Ambiente

A Associação Brasileira do Ministério Público de Meio Ambiente – Abrampa irá promover o XI Congresso Brasileiro do Ministério Público do Meio Ambiente, o mais importante fórum de discussões do Ministério Público Brasileiro de Meio Ambiente e do Direito Ambiental do país, dedicado ao debate da própria atuação ministerial, o papel da justiça, a legislação ambiental, o desenvolvimento econômico e a proteção ambiental.
O evento será realizado no Auditório Elis Regina, do Anhembi Parque, em São Paulo, nos dias 03 a 05 de agosto de 2011.
O congresso trará de oficinas de capacitação, apresentações de palestras, conferências e painéis, abertos para todo o público inscrito, com especialistas, seja no campo teórico, seja em experiências, sobre diversos temas de interesse ambiental, relacionados à legislação ambiental ao desenvolvimento econômico, sustentabilidade, instrumentos jurídicos de proteção ao meio ambiente e patrimônio cultural.

Texto recebido pelo CRBio 04.

É bom ter oficinas a favor do meio ambiente para protegelo isso é uma otima iniciativa

Postagem 15/7

Cogumelo luminoso encontrado no Brasil 170 anos depois.

O ‘Neonothopanus gardneri’ é o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo. “Já tinha encontrado alguns cogumelos que emitem luz no Brasil, mas menores, alguns do tamanho de um fio de cabelo”, disse à BBC Brasil o professor Cassius Vinicius Stevani, do Instituto de Química da USP. “Este foi o maior, um grupo deles emite uma quantidade considerável de luz”, afirmou.
Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu miúdos a brincar com o que pensou serem pirilampos nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins.
Chamado pelos locais de ‘flor de coco’, o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.
“Fiquei a saber que ainda existiam fungos assim por volta de 2001. Nos anos seguintes, chegavam-me relatos de Tocantins e Goiás sobre um cogumelo grande, amarelo, que emitia uma luz”, disse Stevani. “No entanto, só vi uma fotografia em 2005, tirada no Piauí”, sublinhou o investigador.
A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz. Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insetos noturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução. Outra diz que a luz atrai insectos predadores que atacam insectos menores que se alimentam do fungo.
A pesquisa dos elementos da Universidade de São Paulo (USP) e das universidades americanas de San Francisco e de Hilo, no Havaí, será publicada na revista científica Mycologia.


Texto retirado do site BBC.



eu achei interesante o fato de o cogumelo proteger luz para atrair predadores que se alimentam dele mesmo que isso seja uma hipotese

Postagem 31/7

Evento Beach Soccer: Limpeza na Praia de Copacabana.

Ajude a mudar o mundo. Não jogue lixo na areia.
Dias 31 de julho e 07 de agosto de 2011 – domingo
De 10 às 13 horas
Praia de Copacabana (em frente à praça do Lido)
Patrocinador oficial da Seleção Brasileira de Futebol de Areia, que disputa uma vaga para a Copa do Mundo de Beach Soccer, o Itaú apoiará a ação de limpeza de praia que será realizada na abertura (31/07) e no término (07/08) das eliminatórias sul-americanas na Arena de Futebol de Areia na Praia de Copacabana.
Organizada pelo Instituto Ecológico Aqualung, entidade que há 16 anos atua promovendo a educação e a sustentabilidade, essa ação tem o objetivo de diminuir o impacto ambiental causado pelo evento, realizado em dois dias, minimizando o descarte incorreto do microlixo (guimbas de cigarro, canudinhos, tampinhas de garrafa) nas nossas praias e evitando que esses resíduos provoquem a mortandade de animais marinhos. Serão distribuídos 4 mil folderesexplicativos de papel reciclado, 15 mil sacolas plásticas degradáveis, 2 mil luvas degradáveis e 1 mil cartazes.

Em minha opiniao acho importante esses eventos para o bem do meio ambiente porque esse lixo nas praias pode abalar a vida dos animais no mar

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Postagen 19/7

Reino Unido estuda abate em massa de texugos

DA BBC BRASIL
Legisladores britânicos estudam a aprovação de uma lei que permitiria, em dois anos, a eliminação de grandes quantidades de texugos, espécie popular e protegida no Reino Unido.
O objetivo é combater a tuberculose bovina, doença transmitida pelos texugos e que obrigou o sacrifício de milhares de animais nos últimos anos no país.
As indenizações pagas a fazendeiros atingidos custaram milhões de libras ao contribuinte britânico.
No entanto, mesmo que a lei seja aprovada, é provável que ela seja combatida nos tribunais, iniciando uma longa disputa legal.
BBC
Texugos são exterminados por serem transmissores de tuberculose bovina; governo estuda morte em massa
Texugos são exterminados por serem transmissores de tuberculose bovina; governo estuda morte em massa



Em minha opiniao nao acho que nenhuma especia de animais deveria ser exterminada porque isso poderia afetar o eco sistema e eu particularmente gosto de texugos